


Hoje, é o principal ato de interpretação transformista. É seu “fazer” por excelência; o que não exclui, na atividade artística transformista, outras formas do fazer artístico, como o cantar, o dançar e obviamente, o atuar. A dublagem é uma espécie de atuação pantomímica que foi transfigurada pela cultura de massas. Contudo, na capacidade interpretativa do artista transformista, de combinar as suas emoções à da voz original, reside todo o caráter artístico do show, nos dando a grata impressão de estarmos vendo e ouvindo alguém tão bom quanto o próprio cantor, o dono da voz. Isto se deve ao

A PERFORMANCE
Além da dimensão corpórea que lhe é inerente, o uso do corpo através da dança, do gestual e do mis-én-scene, estabelece também uma relação que o artista mantém com o espaço a sua volta: o palco e o espectad

A PRODUÇÃO VISUAL
Congrega as questões plástica e estética, está relacionada diretamente com as técnicas do transformismo em si: a transformação por meio do uso de maquiagem, perucas, roupas, enchimentos e acessórios que garantam beleza e verdade artística ao show. É o elemento de impacto,

Transformismo é sim uma arte.
O FIM DE UMA CULTURA!!!
Por Regina Bacellar
Diversidade é uma palavra que não existe na comunidade GLBTTS quando se fala em cultura. O ícone da cultura gay, eram grandes espetáculos protagonizados pelo saudoso Eric Barreto, creio que depois seguidos aqui em Recife, por Eduardo Max, Pablo Alves (leia-se: vovó Mafalda), também pela saudosa Zul
eika Coca Cola, entre outros... Atualmente os espetáculos voltados a nossa cultura, resumem-se a Drag´s que em minha opinião veio como uma forma de acrescentar e diversificar nossa cultura e não substituir. Alguns falam que shows de transformistas são muito "parados", mas, eu mesminha nunca vi nenhuma pessoa do público dançando junto a Drag que faz o espetáculo. Neste curto período que estou aqui soube de casos e casos onde transformista não pode mais existir... Entristece-me, me envergonha e me afasta cada dia mais da hipocrisia que in
siste em se fazer valer na nossa comunidade. Existem negros e brancos, magros e gordos, discretos e afetados, refrigerantes e cervejas, sanduíches e batatas fritas, bem como Drag’s e Transformistas... Tudo isso para acrescentar todos os "cardápios" da vida, temos o direito de escolher e não ter que aceitar o que nos vendem sem opção de escolha. Está acabando em nossa cidade, diga-se de passagem, só em nossa cidade, onde alguns poucos fazem questão de "sabotar" de alguma forma o que de fato é nosso. As grandes metrópoles do Brasil e do mundo seguem essa cultura desde que o mundo é mundo e os gays são gays. Será que sempre seremos os últimos?
Diversidade já!!!
Diversidade é uma palavra que não existe na comunidade GLBTTS quando se fala em cultura. O ícone da cultura gay, eram grandes espetáculos protagonizados pelo saudoso Eric Barreto, creio que depois seguidos aqui em Recife, por Eduardo Max, Pablo Alves (leia-se: vovó Mafalda), também pela saudosa Zul


Diversidade já!!!






